Num momento que deveria ser de união e preocupação com o povo, o vereador Adaílton Pereira de Souza (Dadá), vai as redes sociais destilar ódio e mentir para a população acusando o prefeito de “inventar” lei. A Prefeitura desmente o vereador, apresenta documentos e o desafia a provar o contrário.
Pedimos desculpas a população por trazer um tema que não condiz com o momento tão delicado que vivemos e que merece a atenção do Poder Público voltada para a prevenção e cuidado do nosso povo. Mas é preciso mostrar a verdade dos fatos.
Após matéria veiculada nesta página sobre a destinação de recurso no valor de 100 mil reais do Poder Executivo para a Fundação de Saúde de Montalvânia / Hospital Cristo Rei, em que foram evidenciados os valores repassados à Fundação durante a gestão do prefeito Dr. José Ornelas, o vereador Adaílton Pereira de Souza, o Dadá de Poções, (PSDB) foi às redes sociais destilar ódio a Administração, ao prefeito e a Fundação de Saúde de Montalvânia, e mentir para a população, demonstrando total falta de conhecimento e querendo justificar a sua abstenção na votação de tão importante projeto para a população de Montalvânia, num momento de extrema necessidade para que o único hospital do município pudesse se equipar e se preparar para receber possíveis pacientes vítimas da pandemia que assola o mundo e, mais dia menos dia, deverá chegar ao município.
O trecho que o vereador Dadá acusa, indevidamente, de mentiroso é o seguinte:
“Devido o prefeito ser médico, ele tem uma preocupação especial com a Saúde e o único hospital do município, tanto que durante a sua gestão a subvenção mensal destinada à Fundação de Saúde de Montalvânia, entidade privada e sem fins lucrativos e mantenedora do Hospital Cristo Rei, aumentou significativamente de 54 para 69 mil e atualmente é de 74 mil reais, o que equivale a 888 mil por ano.”
Reafirmamos e apresentamos documentos que comprovam o que está evidenciado no trecho acima.
SAIBA COM MAIS DETALHES
No final de 2017 o Executivo enviou à Câmara o pedido de autorização de concessão de subvenção social destinado a Fundação de Saúde de Montalvânia no valor anual de R$ 648.000,00, sendo R$ 54.000,00 mensais.
Os vereadores aprovaram o pedido no valor de R$ 888.000,00 ao ano. O prefeito Dr. José Florisval de Ornelas aceitou o aumento e sancionou a lei, passando a pagar R$ 69.000,00 mensais, sendo o valor total de R$ 828.000,00 ao ano.
O vereador Adailton, antes de ir às redes sociais vociferar seu ódio e mentir para a população deveria ter conhecimento de que havia autorização da Câmara para que o Executivo passasse ao hospital “até” R$ 888.000,00.
Não houve como diz ele “Lei escondida feita pelo Executivo”. Isso demonstra a falta de conhecimento do vereador.
No ano seguinte tendo a mesma autorização da Câmara o Executivo passou a pagar R$ 74.000,00 mensais sendo o valor total de R$ 888.000,00 ao ano.
O Executivo não é “obrigado” a repassar subvenção social, ele é “autorizado”. O vereador Dadá deveria saber que a subvenção é “autorizada” pela Câmara Municipal, porém o Executivo passa às entidades somente se elas estiverem regulares com a documentação e de acordo com as possibilidades financeiras do município.
Se há uma Lei “inventada” pelo prefeito, como o vereador diz, ele, como representante do povo, deveria saber que qualquer Projeto de Lei antes de ser transformado em Lei deve passar pela Câmara. E se, realmente existe essa “lei inventada”, desafiamos o vereador a apresentá-la para o povo, pois como fiscal do Executivo ele tem a obrigação de fazer isso.
Do contrário, como ele mesmo disse, deve pedir desculpas a esta mesma população que ele enganou, falando o que não sabe e sem ter como provar.
O vereador fez uma acusação mentirosa para justificar em se abster, diante de uma situação tão grave e delicada, em que vive o município e o mundo. E em vez de votar a favor da lei para ajudar a equipar o hospital, ele “lavou as suas mãos”, e não honrou o povo que merece respeito e preocupação, principalmente pela crise que estamos passando. E para piorar a situação, vai às redes sociais mentir para o povo, tão necessitado, neste momento, de uma palavra de conforto.