NOTA DE PESAR E SOLIDARIEDADE

A Prefeitura de Montalvânia, por meio do prefeito Fredson França e da vice-prefeita Horenca Bonfim, expressa seus mais profundos sentimentos de pesar e solidariedade à família e aos amigos pelo falecimento de Deli Borborema Custódio, 73 anos, ocorrido na noite desta terça-feira (20/2), em Montalvânia (MG), por complicações de uma pneumonia. Deli sofria de paralisia supranuclear progressiva, uma rara doença degenerativa do sistema nervoso central. Filha de Francisco Borborema Cangussu e Maria Antunes Borborema (Dona Lia). O casal veio de Porteirinha (MG) com os filhos e filhas para Montalvânia a convite do fundador da cidade, Antônio Montalvão, em 1956. “Sinhô Borborema”, como era conhecido, foi um dos motoristas de caminhão e comerciante de atacado pioneiros do município. Foi casada com o saudoso “Toninho Custódio”, com quem teve três filhas: Denise, Lenise e Vanise; e os netos Mateus e Rafael, filhos de Vanise. Ainda acolheu uma jovem de 17 anos em sua residência, Gustava Almeida, que acabou fazendo parte da família, formando-se professora e seguindo seu exemplo nos trabalhos dedicados à Paróquia Cristo Rei. Gustava tem Deli como uma mãe e um exemplo de vida, por quem possui imensa gratidão. Funcionária da Minas Caixa até a agência encerrar suas atividades na cidade, em 1991, quando foi designada para o PSF Aliança, onde trabalhou até se aposentar. Junto com o esposo e as filhas administrou a única Lotérica da cidade, desde 1996. Mulher virtuosa, altruísta, católica fervorosa e de muita fé, prestou relevantes serviços à comunidade cochanina e à Paróquia Cristo Rei. Dedicou toda a sua vida à família, à Igreja e a cuidar das pessoas carentes do município. Foi ministra da Eucaristia, presidente do Apostolado da Oração, catequista e tinha um enorme zelo pela Igreja. Acolheu o saudoso Padre Guilherme Michels, tendo uma relação profunda de amor, amizade, carinho e respeito, fazendo com que o sacerdote alemão, sem família no Brasil, fizesse parte da sua família em Montalvânia. Numa época em que ainda não se falava em Assistência Social, desenvolveu esse trabalho de forma voluntária na cidade, doando alimentos, roupas e oferecendo amor, carinho e atenção às famílias carentes do município. Levava a comunhão, alegria e conforto aos doentes. Além de todo o trabalho social e dedicação à família e à Igreja, também era conhecida por sua alegria contagiante e sua incrível e marcante risada. Deixa um legado de amor, fé, cuidado, abnegação, caridade, amor à família, à Igreja Católica, aos amigos e ao próximo. Rezemos para que o Deus da vida console a todos os amigos e familiares! O velório está acontecendo no Memorial Bom Pastor, em Montalvânia (MG), e o sepultamento será às 16 horas desta quarta-feira (21/2), no Cemitério Cristo Rei, com passagem pela Igreja Matriz de Cristo Rei. “Eu sou a ressurreição e a vida. Aquele que crê em mim, ainda que morra, viverá; e quem vive e crê em mim, não morrerá eternamente.” João 11:25-26
on 01 Março 2024
Acessos: 50